Olá queridos, tudo bem? Espero que sim. Trago a resenha deste livro que li por meio de uma indicação do autor Vitor Martins, no passado passado. Qual não foi minha surpresa ao ver que seria adaptado ao cinema e que a Intrínseca o lançaria neste ano. Fiquei muito feliz. É um dos meus livros favoritos da vida e que me deixou muito angustiada mas, ao mesmo tempo, feliz por tê-lo conhecido e lido. Por isso, sempre recomendo que o leia com a mente e coração leves. A sua intensidade e os causos contados nele podem conter gatilhos.
SINOPSE: Em seu elogiado livro de estreia, Garrard Conley revisita as memórias do doloroso período em que participou de um programa de terapia baseado no estudo da Bíblia que prometia “curá-lo” de sua homossexualidade. Filho de um pastor da Igreja Batista e criado em uma cidadezinha conservadora no sul dos Estados Unidos, aos 19 anos Garrard foi convencido pelos próprios pais a apagar uma parte de si. Em uma tentativa desesperada de agradá-los e de não ser expulso do convívio da família, ele quase se destruiu por completo, mas encontrou forças para buscar sua identidade e hoje é ativista contra as terapias de conversão. Tocante e inspiradora, a história do autor é um acerto de contas com o passado, um panorama complexo das relações dele com a família, com a fé e com a comunidade. O livro é o testemunho dos traumas e consequências de se tentar aniquilar parte essencial de um ser humano.























