Ter pseudônimos sempre foi algo muito comum no meio literário, seja como estratégia de mercado, inseguranças e até por questões sociais bem sérias. Desde séculos passados, esta prática tem seus pontos de discussão, ainda mais quando se descobre os nomes que estão por trás de determinadas escolhas e os motivos para isto ter acontecido. Um caso famoso é o da escritora, poetisa e tradutora Mary Ann Evans, que por ser mulher, não pode usar sua própria identidade no seu romance Middlemarch: um estudo da vida provinciana (1871), tendo que optar por usar algo masculino, no qual ficou conhecida como George Eliot. Infelizmente, a autora não foi a única a passar por tal situação.
A ficção científica é um dos gêneros literários que mais estou amando ler. Existe uma infinidade de autores que chamam nossa atenção, mas tem um deles que traz obras atemporais e extremamente fantásticas, especialmente quando traz para discussão questões políticas, filosóficas e sociais: Philip K. Dick, um dos nomes que influenciou vários autores.
Tenho uma relação um tanto complexa com Virginia Woolf, pois me identifico com boa parte de seu repertório, em particular com sua primeira obra, A Viagem, lançada em 1915. Nela, percebemos traços pessoais da vida da autora, que foi marcada por muitas perdas e tormentos, que cessaram de forma trágica em 1941, quando Woolf jogou-se no rio Ouse, deixando duas cartas (para seu marido e irmã) e diversas obras que são reconhecidas como importantes para a literatura e história mundial. Abaixo, selecionei alguns títulos que considero importantes para começar a desbravar a escrita desta autora que sempre esteve engajada na defensa dos direitos das mulheres.
Olá queridos, tudo bem? Hoje darei abertura a nossa coluna Clássicos onde serão apresentados livros que estão incluídos nesta categoria. Mas, qual o critério para o livro ser considerado literatura clássica? Normalmente, é necessário já ter passado um tempo de publicação e este ter sido passado por algumas gerações, sem perder seu valor, como no caso mais famoso de Os Miseráveis, escrito por Victor Hugo em 1862 e que até os dias de hoje se mantem forte e com admiradores e estudiosos espalhados ao longo do mundo. O escritor italiano Italo Calvino fala exatamente sobre este assunto em seu livro Por que ler os clássicos.


























