Olá galera, tudo bem? Hoje irei trazer para vocês indicações maravilhosas de livros own voices. Para quem não conhece, são leituras onde os seus personagens tem alguma semelhança com o autor seja física, étnica, religiosa, etc. Em suma, ajudam a promover livros com representatividade de todos os tipos. Tudo começou pelo twitter, quando a autora Corinne Duyvis propôs a hashtag #OWNVOICES (link para a thread dela AQUI e para saber mais, visite o site dela.) Neste artigo do Washignton Independent, explica mais um pouco sobre a questão. Abaixo segue alguns dos melhores livros do gênero e inclui uma breve explicação do porquê são considerados own voices.
Olá galera, tudo bem? Hoje trago a resenha deste livro maravilhoso. Eu o conheci na FLIPOP e fiquei totalmente apaixonada pelo primeiro capítulo que dispuseram para lermos. Então, eis que chega a Bienal do Livro, onde finalmente adquiro o meu exemplar autografado pela própria Fernanda Nia. Apesar de parecer uma leitura que demandará tempo, Mensageira da Sorte é uma grata surpresa em todos os sentidos: narrativa, personagens, trama, antagonismos e mensagem. As suas surpreendentes ligações com a atual situação do Brasil e principalmente no Rio de Janeiro, fazem este livro ser necessário para todos nós.
SINOPSE: Em pleno Carnaval carioca, durante uma confusão em um protesto contra a AlCorp, Sam passa a ser uma mensageira temporária no Departamento de Correção de Sorte, uma organização extranatural secreta incumbida de nivelar o azar na vida das pessoas. Para manter esse equilíbrio, os mensageiros devem distribuir presságios de sorte para alguns escolhidos. E o primeiro “cliente” de Sam é justamente o seu novo vizinho e colega de classe, Leandro. O garoto é um youtuber em ascensão e a ajuda dela, na forma de uma mensagem sobre nada menos que paçoca, o impulsiona a fazer um vídeo que o levará para o auge da fama. O que Sam não sabe é que Leandro também é engajado nos protestos contra a corrupção da AlCorp, sem se preocupar com os riscos que possa correr ou com as chances que tem dado ao azar, e a garota se vê obrigada a usar a sorte do Destino para protegê-lo. Perdida entre seus sentimentos por Leandro e a culpa pela morte de seu pai, Sam começa a compreender a linha tênue entre o livre-arbítrio e o acaso. Com uma boa dose de sarcasmo, ela embarca na dura jornada para desmascarar o que está deteriorando o sistema da Justiça, tanto a natural quanto a extranatural. Em meio a uma rede de intriga, corrupção e poder, a mensageira da sorte precisará fazer as pazes com o passado e lutar até o fim para que a balança do Destino se equilibre outra vez.
Olá galera, tudo bem? Hoje voltamos com a nossa coluna. Muitos leitores do ML adoram distopia. Eu mesma sou fã de muitas e para compreendê-las melhor, decidi fazer um post sobre alguns passos criado pelo antropólogo Joseph Campbell que justificam e desenvolvem a trama enfrentada pelo protagonista. É claro que outros livros também utilizam estes passos, como ficção cientifica e fantasia, mas a distopia se tornou mais comum e é mais fácil de ser identificado.
Joseph John Campbell foi um estudioso norte-americano de mitologia e religião comparada. Ele logo tornou-se especialista nos vários aspectos da sociedade nativa americana. Isso conduziu Campbell a uma vida dedicada ao mito e ao estudo e mapeamento das semelhanças que aparentemente existiam entre as mitologias das mais diversas culturas humanas. Os estudos independentes de Campbell levaram-no a uma análise profunda das ideias do psicólogo suíço Carl Jung, colega e contemporâneo de Sigmund Freud. Na década de 60, teve a iniciativa de falar publicamente sobre os mitos do mundo. Continuou com essa agenda - nas universidades, igrejas, salas de conferência, nas rádios e na televisão - até o fim da sua vida. Joseph Campbell faleceu aos 83 anos em 30 de outubro de 1987, em sua casa em Honolulu, Havaí, devido a complicações causadas por um câncer esofágico, pouco depois de completar a filmagem do documentário O Poder do Mito, com Bill Moyers.
Voltamos com a nossa coluna amada e hoje vou esclarecer uma dúvida que me mandaram via inbox: como diferenciar os gêneros literários. Realmente causa certa incerteza, então espero que este post possa ser útil.
É muito difícil conceituar o termo gênero literário, mas ao falarmos de seu surgimento, podemos citar dois grandes momentos: a Antiguidade greco-romana e a Poética de Aristóteles. No primeiro, temos o surgimento dos conceitos de cidadania e da cultura em relação a poesia, teatro e a literatura a mitologia, onde encontramos os grandes livros de Homero, Ilíada (Guerra de Troia) e Odisseia (aventuras de Ulisses). Já no segundo, temos os estudos de Aristóteles que busca sistematizar o formato e a estética dos gêneros literários gregos. O texto conta com 26 capítulos, sendo composto por uma introdução geral sobre a arte poética, seguida de uma digressão detalhada sobre a poesia trágica e a épica, concluindo com uma comparação entre ambas.


























