Conversar sobre a morte ainda é um assunto tabu para nossa sociedade, mesmo que seja uma das únicas certezas que temos na vida. Apesar disto, existem religiões e culturas que a compreendem como um rito de passagem para este mundo ou como uma experiência que vivemos por aqui, que simboliza apenas uma etapa (de muitas) que estão por vir. Sempre me interessei por livros que me desafiassem a sair de minha zona de conforto e, ao mesmo tempo, pudessem me fornecer novas perspectivas para minha vida. E assim foi com esta obra. Uma bela e surpreendente surpresa, me fazendo perceber que precisamos falar mais sobre a morte e o quanto ela é inelutável.
"No meu tempo livre, eu abro os corpos dos mortos. (...) Eu lhe garanto que o que quer que o senhor tenha a nos mostrar não será demais para o meu estômago."
[RESENHA DUPLA] A GUERRA QUE SALVOU MINHA VIDA E A GUERRA QUE ME ENSINOU A VIVER, KIMBERLY BRUBAKER BRADLEY.
drama janeiro 02, 2019
Olá queridos, tudo bem? Hoje vim falar de dois livros que me surpreenderam de uma forma até difícil de expressar. São leituras que mexem com nosso emocional de uma forma perturbadora, mas que deixam aquela sensação que somente livros com histórias únicas, inteligentes e sensíveis são capazes de fazer. Bora saber mais sobre eles:

























