Olá queridos, tudo bem? Hoje vamos abordar um assunto que retornou ao palco da discussão (necessária e importante) sobre tributação dos livros por conta de uma nova medida proposta pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Tudo começou com o anúncio da reforma tributária, com a finalidade de criar a Contribuição Social sobre Operações e Bens e Serviços (CBS), um tributo sobre valor agregado (IVA Federal) que substituiria o PIS/Pasep e Confins. O governo diz que muitos sairão ganhando com esta mudança (que ainda não está totalmente definida). Contudo, o setor no qual os livros se enquadram irão sofrer com tal mudança, visto que a isenção na compra dos livros seria extinta e, consequentemente, uma tributação de 12% seria criada e cobrada.
Olá queridos, tudo bem? Hoje vou abordar um assunto que considero bem bacana: financiamento coletivo. Também conhecido como crowdfunding, consiste na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. Esta modalidade é uma nova forma que muitos autores e editoras estão encontrando de financiar a produção de livros. Recentemente participei da arrecadação para o relançamento do livro Mocassins & All Stars da Clara Savelli, que foi um verdadeiro sucesso.
Olá queridos, tudo bem? Hoje vamos conversar sobre o profissional ghost-writer, que causa muita polêmica e ao mesmo tempo coloca em foco a discussão sobre o trabalho de autor. O termo significa, em tradução literal, escritor fantasma, podendo ocorrer de três formas: quando ele escreve o livro com base nas informações repassadas pelo autor contratante; quando existe uma co-autoria e quando se necessita de uma pesquisa mais aprofundada. Livros de memórias são mais comuns de terem ghost-writer. Mas e quando ele não é reconhecido por suas ações?
Olá queridos, tudo bem com vocês? Eu espero que sim. Hoje vamos reinaugurar a coluna PARA DISCUTIR, e com um tema que queria escrever há algum tempo: importância de um leitor de sensibilidade para os livros. Desde que entrei na comunidade do NetGalley e me tornei beta de dois livros (incríveis) acabei percebendo a necessidade em ter livros own voice ou que tenham passado pelas mãos de pessoas que vivenciaram o assunto apresentado. São livros mais desenvolvidos, estruturados e planejam ter cuidado com o que está sendo exposto ao longo de suas páginas. Mas como surgiu tudo isto e como funciona? Bora saber mais.
Olá galera, tudo bem? Hoje estou aqui para conversar com vocês sobre a série ACOTAR da escritora Sarah J Maas e como ela lida com a questão do relacionamento abusivo. Antes de tudo, saiba que ao longo deste texto PODE CONTER SPOILERS, por isso se você não leu, pare por aqui, ou continue caso queira saber mais.
Para melhorar explorar esta análise, resolvi fazer tópicos onde poderemos entender aos poucos como tudo foi colocado de modo sutil, fazendo com que o leitor, após a descoberta da retratação do tema, fique surpreso por não ter notado tais sinais. Então, vamos lá:



























