Ter pseudônimos sempre foi algo muito comum no meio literário, seja como estratégia de mercado, inseguranças e até por questões sociais bem sérias. Desde séculos passados, esta prática tem seus pontos de discussão, ainda mais quando se descobre os nomes que estão por trás de determinadas escolhas e os motivos para isto ter acontecido. Um caso famoso é o da escritora, poetisa e tradutora Mary Ann Evans, que por ser mulher, não pode usar sua própria identidade no seu romance Middlemarch: um estudo da vida provinciana (1871), tendo que optar por usar algo masculino, no qual ficou conhecida como George Eliot. Infelizmente, a autora não foi a única a passar por tal situação.
Desde a década de 90, muitos indígenas passaram a criar seus próprios materiais para espalhar conhecimento sobre seus modos de vida e costumes, muitas vezes estereotipados por nossa falta de informação ou pré-conceitos estabelecidos pela sociedade. Felizmente, hoje existem muitas discussões e movimentos em prol destes diversos povos, o que nos faz tirar aquela lente perigosa do "são todos iguais". Assim, inspirada e com base nas postagens incríveis e super necessárias do projeto Leia Mulheres Indígenas, selecionei sete títulos que você precisa conhecer. Se você quiser conhecer um pouco mais, indico a lista de outras indicações feitas pela Mayra do canal All About That Book e esta matéria da revista Quatro Cinco Um. Também recomendo a Pachamama Editora, especializada na publicação em temáticas que contemplem as Culturas Indígenas, em livros bilíngues, registrando os saberes e a História dos Povos Originários. Vale a pena conferir o seu catálogo, que é incrível!
Fazer a leitura de uma fantasia é estar preparado para navegar por um universo até então desconhecido por você. É literalmente você sair do mundo real e entrar no ficcional, que mesmo assim, ainda consegue trazer reflexões para nossas vidas. Quando esta obra foi anunciada, fiquei animada com a perspectiva de ler uma nova história de Rogerson, já que conhecia a escrita da autora por meio do livro An Enchantment of Ravens, que foi uma leitura muito boa e divertida, mas sem muitas surpresas (ao meu ver). Porém, achei O Feitiço dos Espinhos bem especial, ganhando um espaço tanto na minha estante, quanto no meu coração.
No final do ano passado, estreou na Netflix a adaptação da série de livros Bridgerton, da autora americana Julia Quinn. Sendo o primeiro trabalho de Shonda Rimes (criadora de Grey’s Anatomy e How To Get Away With Murder) para o serviço de streaming, juntamente com Chris Van Dusen, que trabalhou com ela em Scandal, a produção já ocupa o posto de 5º série original mais assistida pelos assinantes, o que faz com que as expectativas para a segunda temporada estejam ainda mais altas.



























