Octavia Butler é conhecida como a dama da ficção científica, pois ganhou notoriedade neste gênero que é predominantemente masculino, assim como suas colegas de profissão Ursula K. Le Guin, Charlotte Perkins Gilman, Ayn Rand e muitas outras. Além disso, o fato de ser negra e abordar o passado de seu povo de forma tão realística e representativa a colocou em um patamar que mais tarde foi reconhecido como extremamente importante, principalmente pelas histórias atemporais e excepcionais que sempre escreveu.
Quando adquiri o livro por meio de uma indicação, fiquei feliz em saber quem era a autora e sua trajetória de vida. Porém, preciso confessar que esta obra foi um tormento: eu gostei e não gostei. Demorei algum tempo para terminar, pois a narrativa em alguns momentos me deixava impaciente e um dos personagens principais só sabia me irritar com seu jeito desligado e bestinha de agir. Infelizmente, ele não funcionou tão bem para mim, apesar de boa parte dele ter sido bacana de acompanhar.
Fazia algum tempo que não lia um bom suspense, daqueles que nos deixa tão abismado e curioso que a leitura se estende por horas. Com toda a questão triste e urgente dos incêndios ambientais que ocorrem na Austrália, a obra nos traz a realidade da região do Kiewarra, que não é muito diferente de outras áreas no país, já que com as altas temperaturas e a falta de chuvas, sofre com estas queimadas que dizimam plantações, animais e causam outras grandes perdas. Neste livro, além de toda esta situação, teremos bons personagens e um mistério que consegue fluir e ter seu desfecho louvável.
Quando a Morro Branco anunciou o lançamento deste livro, fiquei ansiosa para ler. Mas, como a minha lista de leituras não concluídas da época era grande, acabei deixando passar. Só posso dizer que deveria tê-lo lido muito tempo atrás, pois é uma história inesquecível e que nos prende do seu começo ao fim, deixando um sentimento agridoce no coração.
Quem nunca acordou de repente depois de sonhar algo que sentiu em sua própria pele ter sido real? Acho que todos nós. Agora, imagine você perceber que seu sonho se concretizou e modificou todo o universo, fazendo com que milhões de pessoas fossem dizimadas e novas formas de vida fossem criadas. Esta é uma das premissas vistas em A curva do sonho, o grande sucesso de Ursula K. Le Guin, uma das maiores autoras de ficção cientifica já vistas.
Existem livros que por algum motivo nos deixam com uma sensação agridoce após a leitura. Foi o que ocorreu com Os Noivos do Inverno, primeiro livro da série francesa A Passa-Espelho, lançada pela Editora Morro Branco. Eu senti que esta história não teria um fim tão próximo. Precisava de muitas respostas e os personagens tinham que ter mais espaço para se desenvolver. Qual não foi minha surpresa ao finalmente estar lendo o segundo livro e me deparar com uma continuação surpreendente, cheia de reviravoltas e uma protagonista que me deixou orgulhosa pelo seu crescimento dentro de seu enredo. Que experiência incrível foi ler Desaparecidos em Lua de Luz.
De Volta para casa foi um livro surpreendente do começo ao fim. É uma leitura rápida, mas que nos leva a uma aventura reflexiva e cheia de metáforas que podemos utilizar em nosso cotidiano. Vencedor de prêmios importantes como Hugo, Nebula, Locus e Alex Award, nos faz navegar pelas águas dos contos que tanto nos agraciaram quando crianças. A forma como Mcguire nos faz acompanhar seus personagens e sentirmos suas emoções é realmente incrível.
Olá galera, tudo bem? Hoje trago a resenha do livro Os Noivos do Inverno que veio na minha primeira malinha do Turista Literário. Foi uma grande surpresa, pois o conheci na FLIPOP, no estande da Editora Morro Branco. Confesso que fiquei muito interessada. E agora, felizmente, tive a felicidade de lê-lo. Não é um livro fácil e os seus personagens podem causar certo receio, mas apenas digo: este é dos melhores livros de fantasia que já li.































